5. Escala de Maturidade
A Escala de Maturidade é um instrumento de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação que tem como objetivo classificar os órgãos e setores da Administração Pública Municipal conforme suas capacidades em tecnologia. Ela também tem a finalidade de mostrar as diferentes realidades do Sistema Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação, com a intenção de nortear as ações que deverão ser tomadas para evolução no uso estratégico da tecnologia, seus recursos, além de ressaltar o importante papel das áreas de tecnologia na Prefeitura de São Paulo.
As informações que permitem a classificação na escala de maturidade são obtidas por meio do Diagnóstico, dos Planos Setoriais e outros instrumentos de monitoramento, que tornam possíveis ao Órgão Central coletar informações essenciais para compreender o cenário tecnológico dos órgãos. Logo após a coleta, os dados são atualizados conforme os critérios que compõem a escala, os quais possuem valor determinado de acordo com sua prioridade e importância, e tendo ainda variação de complexidade conforme o nível em que se encontra.
Assim, a classificação na escala é obtida por meio da soma de todos os pontos alcançados pelo órgão após a análise de cada subcritério. O resultado final da escala permite concluir quais ações devem ser adotadas dentro do planejamento a curto e médio prazo para dar continuidade à evolução, de forma alinhada às diretrizes dadas a todo o SMTIC.
No entanto, para conseguir classificar os órgãos por meio do sistema de pontos, a escala é definida por séries — assim como em um campeonato —, no qual o objetivo é estimular os órgãos a evoluir cada vez mais nos critérios e eixos que a compõem. Assim sendo, as séries servem para representar qual o grau de evolução e conhecimento que o órgão possui em tecnologia, pontuando, com base nos níveis, qual a sua capacidade para lidar com questões que estejam relacionadas à TI.
5.1 Séries
As séries vão de Inexistente (nível mais baixo) até Série A (maior nível), caracterizando-se conforme as seguintes disposições:
| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
| Órgão setorial recém-criado onde não existe a presença de uma equipe ou de líderes/responsáveis pela área de TI. | Existe um grupo de pessoas responsáveis por TI, com liberdade apenas para tomar decisões voltadas à assistência técnica de usuários. | Há um embrião de equipe de TI, que possui autonomia para tomar decisões quanto à execução de projetos de tecnologia. | Há uma equipe estruturada de TI, com autonomia para tomar decisões em nível de planejamento e execução do Plano Diretor Setorial. | A equipe de TI é extremamente relevante para o órgão, tendo participação efetiva em decisões estratégicas nos projetos ligados à tecnologia. | A equipe de TI é imprescindível para o órgão, tendo participação efetiva nas decisões estratégicas e criando oportunidades para potencializar o uso interno de tecnologia. |
Critérios-chave: sinalizados com chaves, são os critérios que obrigatoriamente precisam ser cumpridos para que o órgão consiga alcançar o determinado nível. Ou seja, somente atingindo todos os critérios-chave de uma série (e das anteriores) um órgão alcançará a determinada série de maturidade.
5.2 Eixos e Critérios de avaliação
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Liderança e Cultura
Equipe de TIC
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Orçamento
Planejamento
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Gestão e Dados
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Eixo 1: Liderança e Cultura |
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1.1. Influência do líder de TIC |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
| Não há líder, nem responsável. | Possui autonomia para tomar decisões apenas em nível de assistência técnica ao usuário. | Possui autonomia na tomada de decisões em nível de execução de projetos de TIC. | Possui autonomia na tomada de decisões em nível de planejamento e execução do PDSTIC, alinhado com os objetivos do órgão. | Possui participação efetiva nas decisões estratégicas de negócio nos projetos do órgão que envolvem TIC e participa o grupo de planejamento orçamentário. | Além da participação efetiva nas decisões estratégicas do órgão, cria oportunidades de negócios para potencializar o uso. Deve apontar um projeto de iniciativa da liderança. |
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1.2. Perfil do Líder de TIC |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
| Não há líder, nem responsável. | Ignora os riscos e oportunidades e não as leva em consideração para a tomada de decisão ou é avesso a riscos e mudanças em geral. | Aceita mudanças sem correr riscos. | Aceita os riscos necessários para alcançar os resultados. | Sabe avaliar os riscos, por meio de capacitação formal de análise e gestão de riscos, aceitando os riscos necessários para chegar aos resultados. | Busca a inovação e a transformação dos serviços públicos ao propor soluções baseadas em tecnologia. |
Eixo 2: |
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2.1. |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
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2.2. |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
Eixo 3: |
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3.1. |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
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3.2. |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
Eixo 4: |
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4.1. |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
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4.2. |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
Eixo 5: |
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5.1. |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |
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5.2. |
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| Inexistente | Série E | Série D | Série C | Série B | Série A |