Testes, Retenção e Restauração de Backup Sobre Testes, Retenção e Restauração de Backup Para que o backup atenda às suas finalidades, é necessário considerar um procedimento de teste e verificação da sua integridade e legibilidade. Caso contrário, corre-se o risco de encontrar problemas como dados corrompidos e mídias ou formatos obsoletos. Esses procedimentos devem ser feitos periodicamente para detectar preventivamente potenciais fontes de risco e não apenas para fins de auditoria. Um outro fator a ser considerado no backup é a retenção de dados, ou seja, por quanto tempo eles devem ser armazenados. Deve-se considerar as tabelas de temporalidade de dados em vigor, bem como outras obrigações legais (compliance), a disponibilidade de espaço de armazenamento, seja físico ou lógico, e a disponibilidade orçamentária-financeira. A restauração do backup é um procedimento para recuperar os dados após uma falha e deve estar contida dentro do plano de backup. Ela pode ser tanto total (restauração integral dos dados) ou parcial (restauração apenas de uma porção limitada de dados).  Recomendações QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES? Incluir um ou mais procedimentos de verificação de backups na política de backup, contendo no mínimo uma verificação pontual, quando da geração do backup, e uma rotina de verificação periódica. Recomenda-se a adoção de metodologias de teste de recuperação, como o  Checklist/Walkthrough , para validar o procedimento de restauração e cronometrar o RTO, garantindo que o tempo de recuperação seja operacionalmente executável. Em caso de contratação de serviços de backup, incluir um plano de saída no contrato, para manter a continuidade de serviço quando do encerramento do contrato. Testar os backups antes da sua restauração. O s incluir em Termos de Referência (TR) e contratos de soluções tecnológicas (incluindo serviços de  cloud  ou  datacenter terceirizado)  cláusulas específicas  sobre  RPO, RTO, testes de recuperação e retenção de dados .